Dia Nacional da Maconha Medicinal terá aula pública e atividades culturais no centro do Rio

22/11/2016

Evento: http://bit.ly/2gbqpaH

 

O dia 27 de Novembro é lembrado nacionalmente como dia de combate ao câncer. A Rede Nacional de Coletivos e Ativistas Antiproibicionistas aproveitou a data para realizar uma manifestação que informe a população sobre os usos medicinais da maconha.

 

Esse ano o movimento antiproibicionista vai se reunir na Praça Mauá, simbolo das transformações que nossa cidade vem sofrendo, no tradicional horário de 16h20, para levar muita informação, cultura, alegria e diversidade para a cidade do Rio de Janeiro. Será realizada uma aula pública sobre maconha medicinal com profissionais da saúde e o bloco Planta na Mente vai garantir a animação da confraternização canábica na sequência.

 

A informação pode salvar vidas

O uso Medicinal da Maconha é pouco divulgado pela grande mídia, mas são diversos os estudos que sustentam que a planta é a melhor e, em muitos casos, a única opção que o paciente tem para reduzir e aliviar os efeitos decorrentes de inúmeras doenças e seus tratamentos.

Condições e doenças que a maconha pode ajudar: síndrome Dravet, câncer, dor crônica, lúpus, autismo, ansiedade, colite, doenças autoimunes, esclerose múltipla, artrite, diabete, depressão, HIV, inflamação, crônica, Alzheimer, glaucoma, síndrome do pânico, Parkinson, etc.

 

Você sabia que a maconha auxilia no tratamento do câncer?

Os estudos sobre o uso terapêutico da maconha contra o câncer apareceram na década de 1970 e seguem até hoje mostrando que a planta pode ser útil no combate da doença e dos efeitos colaterais provocados pelos tratamentos.

A maconha, além de atenuar os efeitos colaterais dos tratamentos de radio e quimioterapia (dores, enjoos, vômitos, tontura, sensação de queimação, falta de apetite, falta de sono, etc), também se mostrou bastante eficaz na redução de tumores cerebrais, quando utilizada junto com a radioterapia, segundo estudo da Universidade de Londres.

Os benefícios da maconha no combate ao câncer são inúmeros. O THC (substância psicoativa responsável pela sensação de chapado) desacelera o crescimento dos cânceres de pulmão e de mama, assim como da leucemia. Este composto da maconha se mostra eficaz na morte de células tumorais, pois o mesmo estimula o processo de autofagia mais intenso nas células doentes que acabam por se autodestruir (“reciclagem celular”), segundo estudo realizado pela Universidade Complutense de Madrid.

 

Assista o documentário "Ilegal", sobre maconha medicinal:

Sinopse | Ilegal (2014)

 

Katiele Fischer, de 33 anos, é mãe de Anny Bortoli Fischer. A menina de 5 anos desenvolveu uma doença rara - a síndrome CDKL5, problema genético raro que causa epilepsia grave e sem cura - e constantemente sofre com convulsões.

 

Na luta contra o sofrimento da filha, Katiele encontra apenas uma substância que pode tratar sua filha, o CBD, devirado da Cannabis sativa. Ela precisa trazer a substância ilegalmente ao Brasil, pois qualquer produto com origem na planta da maconha é proibido no país.

 

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