Para fortalecer uma alternativa popular e de esquerda, vote no que você acredita


O PSOL tem se mostrado um acerto político e histórico, se consolidando como alternativa de esquerda, socialista e democrática, em oposição à hegemonia conservadora. Sua inserção social é fruto da militância política, com princípios socialistas, engajada nas lutas do povo. O PSOL ocupa esse espaço à esquerda e por isso apresenta candidaturas próprias às eleições de 2018.


As eleições são um importante meio para dialogar com a sociedade e fortalecer um programa de transformações estruturais para o país vocalizado pela militância e pelas candidaturas. É um momento singular para apresentar às pessoas o que defendemos e acreditamos, com propostas políticas construídas coletivamente com os movimentos sociais e populares. Nossas candidaturas são comprometidas com a classe trabalhadora, na defesa de seus direitos e de políticas públicas para efetivá-los. Nesse sentido, as candidaturas de Guilherme Boulos e Sonia Guajajara para a Presidência, Chico Alencar e Marta Barçante para o Senado, e de Tarcísio Motta e Ivanete Silva para o Governo do Estado, além das candidatas e candidatos a deputados estaduais e federais representam o projeto que defendemos.


Muitas das nossas lutas não encontram eco em outras candidaturas. Seremos nós a dizer que não negociamos com a bancada do boi, da bala e do fundamentalismo religioso. Que não aceitamos reforma da Previdência que retire direitos. Que além de derrubar a reforma trabalhista e a EC 95, faz-se também indispensável a auditoria da dívida e o rompimento com a submissão da política econômica ao capital financeiro.


Somos contra a política de corte de verbas e privatizações. Somos contra a autonomia do Banco Central. É preciso taxar as grandes fortunas e heranças para garantir direitos e promover justiça social. Passou da hora de fazermos reforma agrária e urbana que mude de verdade a estrutura social do Brasil.


O país precisa democratizar a comunicação e desmilitarizar a segurança pública, agindo com inteligência e planejamento para defender a vida. A política de drogas deve ser tema de saúde pública e não justificativa para o extermínio e o megaencarceramento da juventude negra.


Defendemos a educação e saúde públicas e gratuitas. Somos contra a drenagem de recursos públicos para o lucro empresarial em negócios sem riscos nas chamadas parcerias público-privadas. Chega de desperdício e precarização na gestão de políticas públicas via Organizações Sociais (OS).


Não acreditamos em desenvolvimento econômico que não signifique desenvolvimento humano, que degrade o meio ambiente e viole os direitos dos povos originários e quilombolas. Queremos um Brasil que respeite os direitos das mulheres, negras e negros, LGBTs e pessoas com deficiência.


Compreendemos também que é tarefa dos lutadores derrotar o conservadorismo e o neofascismo. A história ensina que não existe resistência ao reacionarismo e ao fascismo sem uma esquerda anticapitalista combativa e resoluta como contraponto. Com a nossa mobilização, as candidaturas de Guilherme Boulos e Sonia Guajajara podem representar uma vitória política na construção de um futuro de esperança.


Nessa reta final, temos que ampliar a campanha nas ruas e nas redes, apresentando o PSOL como alternativa de esquerda. Devemos levantar as nossas bandeiras o mais alto possível para reorganizar a classe para a luta. A candidatura de Boulos e Sonia é necessária porque é imprescindível para reconstruir uma alternativa popular e de esquerda.

Executiva do PSOL Niterói | Partido Socialismo e Liberdade

24 de setembro de 2018

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